12.8.11

 

Procura(dor)ia



Andando-procurando pelas ruas-vi-elas da Liberdade quase Sé-quase centro-quase livre-camiquase, não tem ali-aqui-lá muito menos, andando, por que é tão difícil? na rua dos Estudantes estuda o plano B, A foi reprovado faz tempo, pensa num C-D-E... pára no X, e depois do Z, qual a saída? por que entrou nesta? pra que andar tanto, tonto, tantas, tantã, tantra passeando em sua mente-sã-corpo-sal de chagas chatas – CHEGA! – sem nada conseguir? mas continua, é importante pró-seguir, precisa, deve, teme-treme, e sebo-ebô nas canelas que chá de canela-homeopatia-nem-homem-pra-tia resolve ficar pra tio, reandando passa pela Procuradoria, bens do patrimônio, mas o que tinha? era seu? era bem? bom? crescei e multiplicai-dividir com quem a soma desse fardo que o subtrai pequeno ante o altar da catedral-mor ajo-elhado-errado já na Sé?
sem sentido, sentimento, centímetro de culpa por coisa tão transviada de vida ida sem revolta?
NÃO!
pára,
louco pra desencontrar o que se encontrava em si.


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